Artigos sobre "Jogos"

Muito prazer, Fernandinho.

Muito prazer, Fernandinho

Muito prazer, Fernandinho. Foto: Vipcomm

Foi com quatro gols (sim, quatro) em cima do Monte Azul que Fernandinho apresentou seu cartão de visitas à torcida são-paulina. Fernandinho estreiou no segundo tempo e, em 45 minutos, se tornou o artilheiro do time no Paulista.

“Como representante do povo monteazulense, venho por meio deste comunicado informar que o jogador conhecido como Fernandinho, atleta da agremiação São Paulo Futebol Clube, deixa de ser uma pessoa considerada bem vinda na cidade de Monte Azul Paulista”, disse o prefeito da cidade do interior de São Paulo, via assessoria de imprensa, sobre o jogador.

A vitória contra o Monte Azul, em jogo válido pela 11ª rodada do Paulista, deixa o São Paulo na quarta colocação da competição. Foi também o último jogo previsto do time na Arena Barueri (o pernil das barracas do estádio vai deixar saudades =/ ), o São Paulo enfrenta agora Oeste e Ponte Preta fora de casa.

Com quatro de Fernandinho, São Paulo goleia Monte Azul na Arena Barueri

Rogério Ceni; Alex Silva, André Luis, Miranda (Cléber Santana) e Junior Cesar; Rodrigo Souto, Richarlyson, Léo Lima e Hernanes; Dagoberto (Cicinho) e Henrique (Fernandinho)

Henrique tentou até com o Golpe da Garça, mas não marcou o dele

Henrique tentou até com o Golpe da Garça, mas não marcou o dele. Foto: Vipcomm

Por causa da viagem de volta da Colômbia, o São Paulo entrou em campo com um time misto e cheio de novidades: A estreia do zagueiro Alex Silva, Henrique no ataque, Rodrigo Souto e Léo Lima no meio de campo e a volta de Dagoberto, lesionado.

Logo de cara um gol numa bomba de fora da área de Léo Lima, serviu pra mostrar a que veio o time. Conforme o tempo ia passando o São Paulo o time reduziu o ritmo no primeiro tempo mas, ainda sim, se mostrava bem organizado, marcando bem e tocando com tranquilidade.

No segundo tempo, Fernandinho fez sua estréia… e que estréia! Deixou o goleiro no chão, driblou quem quis, colocou por debaixo das pernas ou rebatendo no travessão, Fernandinho fez quatro gols! Os (poucos) são-paulinos que foram ao estádio não se arrependeram e gritaram sem parar o nome do atacante, realmente um belo presente.

De time vergonhoso a motivo de orgulho em cinco gols?

Bela camisa, hein, Fernandinho!

Bela camisa, hein, Fernandinho! Foto: Vipcomm

Se o São Paulo perde, a torcida entra em crise e quer até derrubar o técnico do leito do hospital. Se ganha, ele não faz mais que obrigação. Se goleia, é porque chutou cachorro morto. Ô torcida difícil de agradar, viu.

Tão dificil de agradar que mesmo depois do time perder um clássico e uma partida da Libertadores, num momento que o time realmente precisa de apoio, pouco mais de 4mil são-paulinos foram torcer pelo time na Arena Barueri. Sorte de quem não se importou, foi prestigiar um time misto e viu uma bela goleada.

Passamos de um time vergonhoso a motivo de orgulho? Calma, realmente não temos apresentado um bom futebol, acho que temos (e podemos) melhorar bastante. Também é um fato que o São Paulo não se transformou de uma hora pra outra numa máquina de fazer gols (ou Fernandinho já é melhor que Eto’o?).

Ainda precisamos sim melhorar a saída de bola, a marcação, a finalização e um monte de coisas mas não estamos a merda que propagam pelo quatro cantos da internet. Se a vitória de hoje serve pra algo é demonstrar ao torcedor que o time está visivelmente melhorando.

Se Fernandinho foi o destaque do dia, o time todo mostrou que está jogando bem. Mais que o placar animador, a goleada é um resultado que dá ao elenco algo que não vinha tendo: confiança.

Agora, temos de mostrar nos próximos jogos do Paulista que continuamos evoluindo e convencer próxima na Libertadores, vencendo o Nacional do Paraguai!

Aos que também acreditam e confiam no nosso Tricolor, nos vemos no Morumbi contra o Nacional!

Gol, Gol, Gol, Gol e Gol… Melhores momentos de SPFC 5×1 Monte Azul


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São Paulo administra derrota em Manisales


Os gols de Once Caldas 2×1 São Paulo. Link direto para o vídeo

Todo mundo sabia que seria um jogo duro na Colombia. Enfrentando um adversário que nunca perdeu em casa em toda a história da Libertadores, jogamos o primeiro e segundo tempos de formas completamente diferentes. Um empate contra o Once Caldas nas condições atuais seria um bom resultado mas pelo primeiro tempo a derrota por 2×1, de virada, acabou sendo mais amargo do que deveria.

Tricolor sai na frente mas cochila e Once Caldas vira

São Paulo: bem no primeiro tempo e mal na segundo

São Paulo: bem no primeiro tempo e mal na segundo. Foto: Uol Esportes

Um primeiro tempo equilibrado, com ambos os times jogando com eficiencia. Mesmo jogando fora o São Paulo não deixou o Once Caldas pressionar no inicio da partida. Rogerio Ceni, em noite de belíssimas e milagrosas defesas, marcou o gol do São Paulo (o 88º… e contando) em cobrança de falta. Com esse gol, Rogério passou a ser o maior artilheiro do São Paulo na Libertadores.

Ceni marcou, mas não levou

Ceni marcou, mas não levou. Foto: Uol Esportes

O gol tricolor criou expectativas na torcida, o time jogava bem e a liderança do grupo 2 estava a 45 minutos de distância. Acabamos jogando fora 3 pontos.

No início do segundo tempo, o time colombiano passou a pressionar e empatou num erro grosso na saida de bola, tenso! Não sei o que os colombianos tomaram no vestiário mas voltaram bem ligadões. Enquanto isso o São Paulo parecia outro time: mal posicionado, não marcava, com jogadores sem iniciativa e errando muito.

Muita pressão depois, ninguém mais viu o São Paulo em campo. Once Caldas virou e o São Paulo terminou administrando a derrota em Manisales. Resultado justo.

Mas bola pra frente, nos preocupemos com o Once Caldas no jogo de volta quando, em nossos domínios, não deixaremos escapar os 3 pontos. Agora é nos focarmos para buscar a vitória em cima do Nacional, no Paraguai, no dia 11 de março.

Vamo São Paulo, rumo ao tetra!


São Paulo x Palmeiras – O Choque Rei!

No próximo domingo, dia 20 de fevereiro, teremos um novo capítulo do histórico clássico contra o Palmeiras. O Choque Rei, que será disputado no Palestra Itália, promete pegar fogo!

O São Paulo vem de uma sequência de três vitórias e tem o clássico como preparação para a segunda partida da Libertadores, o Palmeiras acaba de perder seu técnico, Muricy, depois da goleada por 4×1 pro São Caetano e uma sequência de maus resultados.

Independente da má-fase do Palmeiras, o clássico tende a ser uma disputa acirrada pela vitória pois a rivalidade dos dois tem sido a mais pesada nos últimos anos do que qualquer outra no estado. Se bem que a verdade é, há tempos, não existe mais um rival fixo para o São Paulo mas o São Paulo é o grande rival de todos os grandes paulistas faz tempo.

Mas este jogo não se destaca só por isso, é claro, o clássico tem uma bela história de confrontos através dos tempos. Relembre tudo isso com números e curiosidades do clássico “Choque Rei”:

Estatísticas

Partidas: 274 (de 30 de março de 1930 a 30 de agosto de 2009)

Vitórias do São Paulo: 101
Vitórias do Palmeiras: 96
Empates: 96

Gols do São Paulo: 399
Gols do Palmeiras: 387

Primeiro jogo: 30 de março de 1930 – São Paulo 2×2 Palestra Itália – Estádio da Floresta (Campeonato Paulista)
Último jogo: 30 de agosto de 2009 – São Paulo 0×0 Palmeiras – Estádio do Morumbi (Campeonato Brasileiro).

Choque Rei: A origem do nome

Thomaz Mazzoni

Thomaz Mazzoni - Foto: Almanaque de Cultura Popular

Thomaz Mazzoni foi um importante jornalista do extinto jornal A Gazeta Esportiva. Além das matérias clássicas do diário, ele ficou conhecido também por apelidar os principais clássico de São Paulo.

Criou termos que sobrevivem até hoje, como os apelidos que deu aos principais clubes paulistas (Clube da Fé, ao São Paulo, Timão e Mosqueteiro, ao Corinthians, Campeoníssimo, ao Palmeiras, Moleque Travesso, ao Juventus, e Nhô Quim, ao XV de Piracicaba, entre outros).

Foi ele que criou o nome dos grandes clássicos paulistas: “SanSão” para o São Paulo x Santos, o Corinthians x São Paulo de “Majestoso”.

A “majestade” do clássico entre São Paulo x Palmeiras valeu o apelido de “Choque-Rei”. O Choque Rei levou por quatro vezes públicos maiores do que 100 mil pessoas no Estádio do Morumbi.

Rivalidade histórica

Arlindo (SPFC) marcando Leivinha (Palmeiras), anos 70

Arlindo (SPFC) marcando Leivinha (Palmeiras), anos 70

O São Paulo se originou da fusão de 2 clubes paulistanos em 1930. O Palmeiras, originalmente chamado de Palestra Itália, foi fundado por representantes da colônia italiana de São Paulo em 1914.

O primeiro jogo entre o recém surgido São Paulo e o já grande Palestra Itália, ocorreu em 30 de março de 1930, válido pelo Paulistão daquele ano. Jogando na Chácara da Floresta, o jogo terminou 2×2, gols sãopaulinos de Friedenreich e Zanuella. No ano do seu primeiro título, o Paulistão de 1931, o tricolor teve no Verdão, que terminou vice, seu grande adversário ao título. No turno, uma vitória palestrina por 3×2 em 1 de maio , e, no returno, uma goleada sãopaulina por 4×0.

Choque-Rei, mais do que uma rivalidade, é história.

Palinha divide a bola nos anos 90. Choque-Rei, mais do que uma rivalidade, é história.

A rivalidade entre Palmeiras e São Paulo também atingiu contornos de inimizade durante a Segunda Guerra Mundial, quando o então Palestra Itália foi obrigado a mudar de nome para Palmeiras, já que o Brasil, governado pelo então presidente Getúlio Vargas, declarou guerra aos países do “Eixo” (Alemanha, Itália e Japão) e se alinhou aos países “Aliados”, (EUA, URSS, Grã-Bretanha, França, e outros países).

Informações da época são de que dirigentes do São Paulo estavam entre os que mais pressionaram as autoridades para que o rival mudasse de nome, respeitando a legislação nacionalista vigente na época.

O São Paulo já derrotou o Verdão em 4 decisões diretas, quais sejam: os Paulistões de 1943, 1946, 1971 e 1992, sendo apenas a última no sistema de mata-mata. O Palmeiras já ganhou 5 decisões de campeonato diretas contra o São Paulo: Os Paulistões de 1933, 1942, 1950 e 1972, todos torneios em pontos corridos, e o Brasileirão de 1973, definido num quadrangular final. No total, São Paulo e Palmeiras já se enfrentaram em 12 mata-matas, sendo 10 vencidos pelo Tricolor e apenas 2 pelo Alviverde.

Maiores Goleadas

Equipe vencedora Placar Data Local Campeonato/Torneio
São Paulo 6×0 26 de março de 1939 Estádio da Rua da Moóca Campeonato Paulista
São Paulo 5×0 10 de novembro de 1956 Estádio do Pacaembu Campeonato Paulista
Palmeiras 5×0 19 de maio de 1965 Estádio do Pacaembu Torneio Rio-São Paulo
São Paulo 6×2 4 de outubro de 1981 Estádio do Morumbi Campeonato Paulista
São Paulo 5×1 24 de julho de 1949 Estádio do Pacaembu Campeonato Paulista
São Paulo 5×1 27 de julho de 1986 Estádio do Pacaembu Campeonato Paulista
São Paulo 5×1 9 de maio de 1999 Estádio do Morumbi Campeonato Paulista

Ceni x Marcos – Ídolos no gol

Duelos como Marcos x Rogério Ceni (que tem no Palmeiras seu prato-principal na arte de fazer gols) são daqueles que quase dispensam comentários.

Donos de currículos respeitáveis, não só pela longevidade em seus clubes, como também pela quantidade de títulos de expressão conquistados ao longo de suas carreiras.

Ceni é um líder nato e grande ídolo tricolor. Apesar de ser goleiro, já marcou 89 gols na carreira, um recorde mundial. Conquistou todos os títulos possíveis pelo São Paulo, inclusive o inédito tricampeonato brasileiro, a Libertadores e o Mundial da Fifa (e sem falhar na final). Fez defesas históricas em finais de torneios importantes, mostrando que não é inconstante nas horas decisivas.

Marcos foi o único goleiro da história a ser eleito o melhor jogador de uma edição da Taça Libertadores da América, ganhou a Copa do Mundo de 2002. Seu reserva era Rogério Ceni. Mesmo tendo propostas do exterior preferiu ficar no Palmeiras por toda a carreira, permanecendo no clube inclusive após o rebaixamento para a Série B mostrando amor ao clube.

Cicinho – o gol mais bonito e importante da carreira, sobre o Palmeiras

A noite de 18 de maio de 2005 ficou marcada na carreira de Cicinho. No dia, o lateral carregou a bola pela direita do gramado do Palestra Itália, se livrou da marcação e soltou um forte chute de perna esquerda para marcar um golaço, definindo a vitória por 1 a 0 do São Paulo contra o Palmeiras. O lance não foi esquecido pela torcida tricolor, e o próprio atleta reconhece ter sido o lance mais relevante de sua trajetória no futebol.

“Foi meu gol mais importante e também o mais bonito. E lembro que foi muito difícil para o São Paulo conseguir aquela vitória fora de casa. As duas equipes fizeram excelente partida, mas não saíram mais gols. O resultado deu um ânimo maior para o segundo jogo e também para chegarmos à final da Libertadores”, recorda.


Gol de Cicinho aos 2m08s.

São Paulo: 16 meses sem sofrer gols do rival Palmeiras

Há mais de um ano o clube vizinho não balança as redes do Tricolor. O último gol alviverde foi marcado pelo lateral-esquerdo Leandro, hoje no Atlético-MG, no dia 19 de outubro de 2008, durante o empate por 2 a 2 no Palestra Itália.

Naquela partida, o São Paulo vencia por 2 a 0, mas sofreu o empate na cobrança de falta de Leandro. O resultado foi muito lamentado pelos jogadores, que viam escapar a chance de alcançar o rival na tabela do Campeonato Brasileiro. No entanto, a equipe conseguiu uma sequência de vitórias, assumiu a liderança e festejou mais um titulo.

No ano passado, foram disputados três Choque-Rei e a defesa do São Paulo não foi vazada. Nos dois jogos do Morumbi, Rogério Ceni teve boa atuação e segurou o placar.


Melhores momentos de Palmeiras 2×2 São Paulo, em 19 de outubro de 2008

Fonte: Wikipedia, Biblia Tricolor, Terra e O Globo

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A eterna disputa entre Rogério Ceni x Marcos

A eterna disputa entre Rogério Ceni x Marcos

A eterna disputa entre Rogério Ceni x Marcos

Donos de currículos respeitáveis, não só pela longevidade em seus clubes, como também pela quantidade de títulos de expressão conquistados ao longo de suas carreiras, os goleiros Rogério Ceni e Marcos despertam admiração até mesmo em torcedores de times rivais, tanto em São Paulo quanto no restante do Brasil.

Dois dos principais goleiros da história do futebol brasileiro são verdadeiras bandeiras de São Paulo e Palmeiras, respectivamente. Não só pelos muitos anos em que atuam pelos mesmos clubes, quanto pela qualidade de suas atuações.

Rogério Ceni é um líder nato e grande ídolo tricolor. Apesar de ser goleiro, já marcou 89 gols na carreira, um recorde mundial. Conquistou todos os títulos possíveis pelo São Paulo, inclusive o inédito tricampeonato brasileiro, a Libertadores e o Mundial da Fifa (e sem falhar na final). Fez defesas históricas em finais de torneios importantes, mostrando que não é inconstante nas horas decisivas.

Marcos foi o único goleiro da história a ser eleito o melhor jogador de uma edição da Taça Libertadores da América, ganhou a Copa do Mundo de 2002. Seu reserva era Rogério Ceni. Mesmo tendo propostas do exterior preferiu ficar no Palmeiras por toda a carreira, permanecendo no clube inclusive após o rebaixamento para a Série B mostrando amor ao clube.

Um são paulino nunca pensaria em dizer que o Marcos é melhor, muitos menos o palmeirense vai optar por Rogério Ceni. Marcos e Rogério Ceni. A verdade é que ambos são grandes goleiros e quem acaba ganhando com isso é o futebol brasileiro. Dois dos poucos atletas que jogam por amor a camisa que veste, são torcedores natos. Mesmo são-paulino, admiro a dedicação do Marcos ao clube, tanto como profissional e pessoal.

Os dois goleiros são amigos e adversário por opção, confira a entrevista realizada com esses grandes goleiros logo após o último confronto das equipes em 30 de agosto de 2009, no empate em 0×0 onde os dois goleiros foram os grandes destaques da partida:

Primeira parte

Segunda parte

Terceira parte


Barueri fica pra trás, que venha o Palmeiras!

E Henrique marca seu primeiro gol no profissional. Boa, moleque!

"Graças a Deus foi no Morumbi o meu primeiro gol" Henrique. Foto: Vipcomm

Alguns rivais, passando por crises mil, assistiram o jogo do São Paulo pelo Justin.tv com esperanças de ver um time capenga em campo. Torciam pra que as noticias e analises da imprensa gambazistica, que insistem em inventar crises no São Paulo, fossem verdade. Se decepcionaram.

Vencemos o Barueri (ainda é assim que chama?) por 3×1, em nossa casa, na 9ª rodada do Paulistão 2010. Vencemos e vencemos jogando bem, em campo um time com padrão de jogo claro e com vontade de lutar atrás do resultado.

Se Ricardo Gomes poupou alguns jogadores, como Hernanes que começou no banco, a torcida também não compareceu em peso. Ainda de ressaca do Carnaval, os são-paulinos não encararam a chuva que caiu antes da partida: apenas 5 mil torcedores marcaram presença no Morumbi.

O São Paulo vence, de virada, o Barueri (ou Grêmio Prudente)

Marcos, você é o próximo!

Antes que algum anti venha encher: Sim, Ceni se adiantou demais e foi encoberto pela chute do Marcos Assunção. Ele felipou? Tem de se aposentar? Não, até porque caçar borboletas é isso aqui.

O gol do Barueri foi um erro de percurso e o placar, pra mim, injusto. Pelas chances criadas, deviamos ter saído de campo no primeiro tempo não apenas com a virada no placar mas, no mínimo, 3 gols.

A resposta ao gol veio a galope: Um minuto depois, Jorge Wagner tocou pra Richarlyson que, de primeira, deixa pra Washington, que coloca a bola no fundo da rede sem chance alguma pro goleiro. O empate.

O Tricolor segue pressiona, ataca, tabela, chuta mas a bola não quer entrar… por enquanto. Pelo menos até Washington chutar de canhota e a bola desviar no braço do zagueirão: Penalti! A cobrado é feita com catiguria por Marcelinho Paraiba e o São Paulo vira. 2×1.

E Henrique marca seu primeiro gol no profissional. Boa, moleque! Foto: Vipcomm

O grande destaque da noite fica pro garoto Henrique (substituiu Washington), que entrou (outra vez) muito bem no jogo e, no final da partida, fez seu primeiro gol como profissional no Tricolor. Henrique ainda vai dar muitas alegrias à torcida tricolor!!

Agora é pensar no clássico de domingo contra o Palmeiras, domingo, no Gasoduto Itália. Se pensam que a crise, a goleada sofrida do São Caetano e a demissão do Muricy vai tornar o jogo fácil, esqueçam. Com ou sem problemas, o Choque Rei é um clássico histórico e, como em todo bom clássico, tirasse forças de onde não existe pra se vencer o rival. A dúvida que fica pra mim é se vão apelar pro gás outra vez?

Os gols de São Paulo 3×1 Barueri pela 9ª rodada do Paulistão 2010


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Confira as fotos do Movimento São-paulinos no Flickr: http://flic.kr/saopaulinos

Feliz Libertadores Nova!

Para o resto dos brasileiros o ano começa depois do Carnaval.
Para os são-paulinos, na estreia na Libertadores!

Confira as fotos do Movimento São-paulinos no Flickr: http://flic.kr/saopaulinos

Hoje é estréia do São Paulo na Libertadores, é hora do TERROR!

Republicado de Daniel Perrone

Todos os caminhos e todas as atenções desta quarta-feira levam ao glorioso e mundial Morumbi. A partir das 21h40 desta quarta tricolores e rivais estarão torcendo (e no caso de alguns, secando) o maior papa títulos internacionais do Brasil dentro do estádio que fatalmente será um dos palcos das semi-finais do Mundial 2014 e, provavelmente, abrirá a Copa do Mundo no país.

Hoje é dia de estréia do São Paulo Futebol Clube.

O importante, como todo mundo sabe, é apoiar incondicionalmente os jogadores que estiverem dentro de campo. Cicinho está relacionado e fica, ao menos, no banco de reservas. O time vai com Cléber Santana no meio e Marcelinho Paraíba na frente. Os mexicanos, que vem com um time misto, vão armar uma retranca dos diabos.

Paciência será a nossa arma.

Vamos incendiar o Cícero Pompeu de Toledo. Apenas um recado aos corneteiros, reclamões e críticos em geral: NÃO COMPAREÇAM, NÃO VEJAM PELA TV E NEM PROCUREM SABER PELO RÁDIO. Não transmitam o negativismo, a zica e o pessimismo para quem quer prestigiar o clube que ama. As críticas construtivas ou os lamentos exaltados deixamos para depois. O momento dentro de campo é de total apoio. Belê?

Vamos BOTAR O TERROR NESSA LIBERTADORES!

Saudações tricolores.

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E quem não quer ganhar um clássico?

Dagoberto e Neymar mostram espírito esportivo durante o clássico SanSão

Dagoberto e Neymar mostram espírito esportivo durante o clássico SanSão. Foto: Uol Esportes

Por 1×2, o Tricolor perdeu no último domingo seu primeiro clássico no ano, o primeiro SanSão. E agora? Se quer mandar xingamentos à mãe do Ricardo Gomes, do Juvenal ou do Robinho pode usar a caixa de comentários à vontade, a gente quer te ouvir, mas talvez seja melhor se acalmar um pouco.

São Pedro demonstra continuar brigado com São Paulo, resolveu não mandar sua já tradicional chuva das 5 da tarde cair na Arena Barueri. O calor senegalês no estádio maltratou os jogadores em campo e a torcida nas arquibancadas. Torcidas que alias deram um show a parte, o clássico SanSão foi da forma que todos os jogos deveriam ser: sem problemas ou brigas.

A chegada à Arena Barueri foi tranquila, seja quanto ao trânsito, seja em segurança. Parte pelo esforço da policia de Barueri em garantir a ordem (e, pasmem!, nem jogou cavalos sobre a torcida) ao dedicar atenção especial ao clássico.

O clima era de paz nos arredores do estádio e a entrada na simpática Arena foi tranquila. Está virando clichê mas o estádio de Barueri só merece elogios, uma casa temporária mas com estrutura a altura para receber o Maior do Mundo. E como já comentamos algumas vezes, o pernil pré-jogo de Barueri também é aprovadíssimo, acredito que seja uma especialidade local.

Mas falemos sobre o SanSão

É briga? Não, só um grande e disputado clássico!

É briga? Não, só um grande e disputado clássico! Foto: Uol Esportes

O Santos dominou a primeira etapa da partida, não deu espaço pro São Paulo e abriu o placar, no segundo tempo veio a pressão da equipe Tricolor. O São Paulo estava bem e, de tanto tentar, conseguiu seu gol de empate. No fim da partida Robinho resolveu que deveria acabar com a expectativa da torcida são-paulina e marcou mais um, o gol da vitória. Às vésperas da Libertadores todos esperavam um time mais maduro, temos bastante a melhorar mas, ainda sim, foi uma partida equilibrada em Barueri.

Não vou dar uma de mau perdedor reclamando da paradinha-dinha-dinha de Neymar ou do gol irregular do Robinho, afinal esse foi o de gol do maior tri-atleta brasileiro em sua re-estréia no Brasil, como anular?

Os destaques da partida vão (outra vez) para Xandão que continua mostrando grande habilidade e tranquilidade na zaga tricolor, Jorge Wagner que corre, corre, corre e corre mais um pouco, marca, avança, rouba a bola e tenta o drible (pena que Marcelinho Paraíba não andou no mesmo compasso hoje), e Roger pelo oportunismo, saiu do banco pra empatar de cabeça em uma das duas vezes que chegou na bola.

Dunga, olha pra ca!!!!

Dunga, olha pra ca!!!! Foto: Uol Esportes

Respondendo à pergunta do título: sim, como são-paulino quero ganhar tudo que disputo mas nem sempre isso é possível. Mesmo indo com força máxima, uma derrota em clássico é pra lá de normal. O técnico não virou um imbecil de uma hora pra outra nem precisamos demitir todo o time.

Acreditem, não é o fim do mundo. Os gols sairam de falhas comuns da defesa. A única coisa ruim de perder um clássico é a maldita zoação dos adversários no dia seguinte mas, afinal das contas, quem conhece tantos santistas assim?

Meu avô, santista, já ligou pra me encher. Nem respondi, melhor deixa-lo comemorar a vitória em paz, até porque pra bom santista toda vitória pode ser a última.

O importante agora é parar de mimimi e pensar no que realmente importa: quarta-feira é nossa estréia na Libertadores contra el poderoso Monterrey. Alias, já comprou seu ingresso ou vai ficar cornetando de casa?

Nos vemos no Morumbi quarta-feira!

Os melhores momentos da vitória santista


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Prefeitura prepara esquema de segurança especial para clássico

Neymar e Rogério Ceni se enfrentarão neste domingo

Neymar e Rogério Ceni se enfrentarão neste domingo. Foto: Marianna Esteves/Lancenet

Infelizmente, clássicos como o que será disputado domingo contra o Santos ainda apresentam certo perigo ao torcedor que só deseja ir ao estádio curtir e torcer pelo seu time. Pra evitar confusões entre torcidas a Prefeitura de Barueri promete montar um esquema de segurança especial para o jogo (ver abaixo).

Não é preciso deixar de acompanhar nosso time do coração mas, se for ao jogo domingo, lembre-se de tomar cuidado, para evitar confusões em dia de clássico é só não vacilar:

Não use sua camisa na trajeto de ida e volta, principalmente se for para a Arena usando trem, vista-a somente no estádio. Não tenha pressa, após o fim da partida espere dentro do estádio para não pegar trem cheio. E, principalmente, afaste-se de grupos que perceber estarem apenas para fazer baderna. Se estiver de carro, respeite as indicações dos agentes de transito que orientarão caminhos para cada torcida.

Chegue com antecedência para entrar com tranquilidade, após às 13 horas só vai chegar perto da Arena Barueri quem tiver ingresso, barreiras serão montadas pela polícia. A torcida são-paulina descem na estação Jd. Belval e santistas descem na estação Barueri. Após o jogo, a torcida adversária deve ficar por volta de uma hora esperando.

Vamos garantir que a festa seja bonita dentro e fora do estádio, deixe a disputa pra dentro do campo. E bom jogo pra gente!

Para que a paz reine em Barueri, 700 policiais trabalharão no clássico

Republicado de Globoesporte.com

Uma verdadeira operação de guerra. Assim pode ser considerada a operação que será feita em conjunto pelos 700 homens do Batalhão de Choque do 2º Batalhão de Choque da PM de São Paulo e pela Guarda Municipal de Barueri, que trabalharão neste domingo para garantir a paz no clássico entre São Paulo e Santos, que será realizado às 17h deste domingo, na Arena Barueri.

- Faremos uma grande operação. As torcidas, em nenhum momento, se encontrarão. Mesmo para quem chega de trem, fica um aviso. Os são-paulinos deverão descer na estação Jardim Belval da CPTM. Já os santistas só poderão desembarcar na estação Barueri. Faremos de tudo para que nada grave aconteça – afirmou o capitão Terra, que conversou com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM.

Para quem ainda não comprou o ingresso, fica o aviso. As bilheterias da Arena Barueri só funcionarão até às 13h, quatro horas antes do início da partida. Essa medida faz parte de um acordo entre a Polícia Militar e os clubes e visa afastar do local das partidas quem não tem ingresso e que acaba causando confusão.

- Quem não tiver comprado ingresso, que se apresse. As bilheterias vão fechar e depois vamos fazer uma varredura. Só ficará na área do estádio quem tiver ingresso – garantiu o capitão.

Os portões da Arena Barueri serão abertos às 14h. Dos 25.832 ingressos colocados á venda 2.510 ficaram para a torcida do Santos que, após a partida terão de esperar os são-paulinos irem embora. A previsão é que eles saiam do estádio somente uma hora após o término do clássico válido pela sétima rodada do Campeonato Paulista.

Prefeitura de Barueri promete “operação de guerra” no clássico

Republicado de ESPN.com.br

Depois do impasse que quase tirou o jogo entre São Paulo e Santos da Arena Barueri, a prefeitura da cidade divulgou comunicado prometendo tomar todas as precauções para evitar confronto entre torcedores. A nota informa que são-paulinos e santistas encontrarão “uma mega operação policial, quase que uma operação de guerra”.

O São Paulo é o mandante no duelo e, por isso, ficará com a carga maior de ingressos (23.322), enquanto o Santos terá 2.510 bilhetes. E o esquema de segurança tem o propósito de evitar encontros entre os adversários.

“Haverá placas, faixas e Agentes de Trânsito orientando os torcedores do São Paulo a deslocarem-se para a frente do estádio para acessarem a Arena, e os santistas para deslocarem-se pela avenida Henrique Gonçalves Batista (Antiga Capitólio) para acessarem a Arena (pelos Fundos – final da Rua Olavo Bilac com Rua Santos Dumont)”, comunicou a prefeitura de Barueri.

Já os espectadores que optarem pelo trem ocuparão vagões divididos, com orientação de desembarque em estações diferentes. Todo aparato contará também com ajuda da tecnologia. “As dezenas de câmeras de monitoramento instaladas desde o centro de Barueri até a Arena estarão funcionando”.

No início da semana, o promotor do Ministério Público, Paulo Castilho, informou que os ônibus com santistas serão escoltados até o local da partida.

A bola rola no domingo a partir das 17 horas (de Brasília), pelo Campeonato Paulista. O compromisso está agendado para a Arena Barueri porque o Morumbi foi alugado pelo São Paulo para o show da cantora Beyoncé.


São Paulo x Santos – O clássico SanSão!

SanSão
No próximo dia 7 de fevereiro temos um novo capítulo do histórico clássico contra o Santos. O SanSão, que será disputado na Arena Barueri, promete ser mais que uma preparação pro jogo contra o Monterrey: além do ser um dos clássicos mais disputados do país, o jogo será um desafio ao Paredão Tricolor pois marcará a reestréia de Robinho no Santos.

Mas este jogo não se destaca só por isso, é claro, o clássico tem uma bela história de confrontos através dos tempos. Relembre tudo isso com números e curiosidades do clássico “SanSão”:

Estatísticas

Partidas: 274 (de 11 de maio de 1930 a 25 de outubro de 2009)

Vitórias do São Paulo: 123
Vitórias do Santos: 85
Empates: 66

Gols do São Paulo: 477
Gols do Santos: 387

Primeiro jogo: 25 de abril de 1936 – Santos 2×0 São Paulo
Último jogo: 25 de outubro de 2009 – Santos 3×4 São Paulo

SanSão: A origem do nome

Thomaz Mazzoni

Thomaz Mazzoni - Foto: Almanaque de Cultura Popular

Thomaz Mazzoni foi um importante jornalista do extinto jornal A Gazeta Esportiva. Além das matérias clássicas do diário, ele ficou conhecido também por apelidar os principais clássico de São Paulo.

A partir de 1930, quando assumiu o comando da redação da Gazeta Esportiva, começou uma renovação da linguagem do futebol, criando termos que sobrevivem até hoje, como os apelidos que deu aos principais clubes paulistas (Clube da Fé, ao São Paulo, Timão e Mosqueteiro, ao Corinthians, Campeoníssimo, ao Palmeiras, Moleque Travesso, ao Juventus, e Nhô Quim, ao XV de Piracicaba, entre outros).

Foi ele que criou o nome dos grandes clássicos paulistas: “Choque Rei” para o São Paulo x Palmeiras, o Corinthians x São Paulo de “Majestoso”.

Para o duelo entre Santos e São Paulo ele foi mais simplista: “SanSão”. Mas mesmo assim funcionou e esse é hoje o único clássico paulista em que o uso das iniciais dos times pegou como apelido.

Gangorra

Santos e São Paulo não costumam viver bons momentos ao mesmo tempo. Na década de 40, o tricolor vivia bem com Leônidas da Silva. Depois surgiu Pelé para o Peixe, mas só na década de 60, exatamente quando a fila do rival se estendia por 13 longos anos. Por volta de 80, a dominação são paulina começou a tomar contornos novamente, mas o alvinegro da Baixada voltava a sofrer. Na atual década, os primeiros anos foram de domínio do Santos. Depois o São Paulo ganhou tudo.

Ídolos divididos

Serginho Chulapa

Serginho Chulapa

Ao contrário de outras rivalidades, existem jogadores que conseguiram sucesso tanto no Santos quanto no São Paulo. Basta lembrar de Araken Patusca, Mauro Ramos de Oliveira, Toninho Guerreiro, Pita e Serginho Chulapa. Este último é o que tem a história mais misturada entre os dois times. Decidiu títulos para ambos, é o maior artilheiro da história do São Paulo, mas hoje trabalha no Santos.

Polêmica

Ninguém esquece: no Campeonato Brasileiro de 2002, o São Paulo recebeu o Santos no Morumbi. O time visitante, que já contava com Robinho, aplicou uma virada de 2 a 1 no tricolor. Mas a comemoração do segundo gol foi o destaque do jogo: Diego subiu em cima do escudo do São Paulo para provocar a torcida rival. O então jovem meia sofreu com a polêmica e o jogo ainda terminou 3 a 2 para os mandantes.

Provocação em vão

No Campeonato Paulista de 2005, o São Paulo era o líder disparado da competição, que era disputada por pontos corridos. E o último jogo do time era na Vila Belmiro, contra o Santos, onde já era programada a festa do título. Mas a diretoria alvinegra fez questão de não liberar seu estádio e mudou a sede do jogo para Mogi Mirim. Só que esta provocação não serviu para nada, já que o São Paulo chegou no último jogo sem o título garantido e o Peixe perdeu a chance de usar sua casa para impedir o título tricolor.

Vexame alvinegro

Os são-paulinos não devem esquecer do jogo que ficou conhecido como o “Dia em que o Santos de Pelé correu do São Paulo”. Na partida, o São Paulo aplicou 4 a 1 em seu rival e provocou uma série de expulsões e contusões que levaram o Peixe a desistir de jogar aos 10 minutos do 2º tempo, pois só tinha 6 atletas com condições. Até o próprio Pelé foi expulso neste dia por reclamação.

Fontes:  Blog da Redação Uol, Almanaque de Cultura Popular, Futpedia, Wikipedia

Confira as fotos do Movimento São-paulinos no Flickr: http://flic.kr/saopaulinos

Ingressos de São Paulo x Santos (07/02/2010)

No dia 7 de fevereiro temos nosso último compromisso antes da nossa estréia na Libertadores e, pra preparar, nada melhor que um clássico. O SanSão, que será disputado na Arena Barueri, promete ser mais que uma preparação pro jogo contra o Monterrey: além do ser um dos clássicos mais disputados do país, o jogo será um desafio ao Paredão Tricolor pois marcará a reestréia de Robinho no Santos.

Os ingressos para São Paulo Futebol Clube x Santos Futebol Clube estarão à venda nas bilheterias e postos a partir do dia 4 de fevereiro, quinta-feira. No dia do jogo, as vendas serão realizadas somente na Arena Barueri até às 13h. Lembrando que Sócio Torcedores podem comprar ingressos antecipados pela internet.

A partida será disputado domingo, às 17h, no Morumbi e é válida pela 7ª rodada do Campeonato Paulista 2010. Compre seu ingresso antecipadamente e faça parte de mais essa festa.

São Paulo x Santos – Ingressos

Arquibancada – R$ 40,00 (R$ 20,00 ½ entrada)
Arquibancada Socio Torcedor – R$ 20,00 (venda no Morumbi, Arena Barueri e pela internet )
Numeradas – R$ 60,00 (R$ 30,00 ½ entrada)

Pontos de venda

Barueri

Arena Barueri
Av. Prefeito  João Villalobo quero, 1001 – Barueri
A partir de 05 de fevereiro, das 11h às 17h

Ginásio José Correia
Av. Guilhermo Perereca guglielme, 1000 – Barueri
05 e 06 de fevereiro, das 11h às 17h

No dia do jogo, as vendas serão realizadas somente na Arena Barueri até às 13h00.

Estádio do Morumbi

Bilheteria 1
A partir de 26 de janeiro, das 10h às 17h. No dia da partida até às 12h.

Bilheteria 4
Exclusiva para Sócio Torcedor
26 e 27 de janeiro, das 12h às 20h

Lojas Roxos e Doentes

Dias 05 e 06 de fevereiro nas lojas:
- Shopping West Plaza
- Boulevard Tatuapé
- Santana Parque Shopping
- Shopping Light

Confira aqui onde comprar ingressos para os jogos no postos de venda mais próximo.

A carga total é de 25.832 ingressos.

Procure o ponto de venda mais próximo e garanta o seu ingresso. Evite filas, falta de ingressos e outras inconveniências. Mais detalhes, consulte o site oficial.


São Paulo passa no teste

Como era prometido, agora com o time titular que disputará a Copa Libertadores da América no próximo dia 10, o São Paulo não teve dificuldade pra passar pelo São Caetano. Pressionando o jogo todo, o tricolor teve calma para marcar com os destaques do jogo, Dagoberto e Washington. Hernanes ainda fechou a conta com um golaço no final da partida.

Envolvemos o adversário e conseguimos uma bela vitória. Esse é o São Paulo que todos querem ver.
Dagoberto

Dagoberto que já tinha atuado muito bem contra o Paulista, nesta noite manteve a boa forma, além de fazer o segundo gol, deu o passe para Washington abrir o placar com um belo chute, sem chances para o goleiro. A tabelinha entre os dois atacantes aterrorizou o tempo todo a zaga do São Caetano que por muitas vezes não conseguiu segurar o tricolor.

No contra-ataque, Marcelinho Paraíba correu livre desde o meio de campo, travado a bola sobrou pra Dagoberto que avançou e tocou para Washington. O Coração Valente recebeu e devolveu pra Dagoberto mandar uma bomba no angulo!

No finzinho da partida Hernanes resolveu aprontar. Recebeu a bola, dominou e, com calma, olha pro gol e chuta no canto esquerdo. Indefensável. Placar fechado, vitória do São Paulo por 3×0.

O zagueiro Xandão, de 21 anos e citado por este site como promessa de ser o novo Xerife da zaga tricolor, provou que está apto a substituir a saída de André Dias. Em uma partida segura, Xandão não deu qualquer chance para os atacantes do Azulão e mostrou firmeza para defender a meta tricolor.

Com a saída de André Dias, Alex Silva machucado e André Luis suspenso. Xandão é nome certo na equipe titular da primeira fase da Copa Libertadores da América.

O jogo teve como destaque também a estréia do recém-contratado Cléber Santana, que teve uma atuação tímida, acompanhada de cartão amarelo e necessitada de ritmo de jogo para se acostumar com o jogo que o tricolor vem mantendo ao longo dos últimos 4 anos.

E mais uma vez, Ricardo Gomes foi obrigado a esquecer o 4-4-2 e dar o braço a torcer. Mais uma vez o São Paulo jogou em 3-5-2 e voltou a jogar bem. Acostumado com a formação, visualmente o tricolor joga muito mais fácil com 3 zagueiros, deixando os seus vários meias livres para um bom jogo.

O Tricolor ainda tem outro compromisso antes de estrear na Libertadores, pega o Santos na Arena Barueri novamente, neste domingo. O jogo tem como promessa, o atacante Robinho, promessa contratada pelo Santos para levar o time a conquista do Campeonato Paulista.

Melhores momentos de São Paulo 3×0 São Caetano


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Só podia ser contra

Em um jogo pífeo e sem emoção o São Paulo empatou em 2 x 2 com o Sertãozinho. E se não fosse do azar do clube do interior o São Paulo teria contabilizado já a sua segunda derrota na temporada.

Com jogadas já facilmente marcadas, o São Paulo não soube furar a defesa do Sertãozinho que abriu o placar em um rápido contra-ataque, sem chances para Rogério. O São Paulo empatou logo em seguida com Léo Lima, acabando com a pequena alegria do time que joga em Ribeirão Preto por causa do estádio vetado.

A partir deste empate, o jogo ficou melancólico. O Tricolor sem força para acertar as suas finalizações, viu o Sertãozinho passar outra vez na frente, desta vez com um drible em cima de Rogério. O jogo que encaminhava para uma derrota para o tricolor, foi salvo por puro azar. Faltando apenas 1 minuto para o fim, Jorge Wagner cobrou falta, e o zagueiro adversário marcou contra, marcando uma grave injustiça contra o time da casa.

Sem graça o São Paulo comemorou o empate sem querer e caiu para a oitava colocação no Campeonato Paulista, assistindo ao Corinthians que assume a ponta após uma vitória em cima do arquirival Palmeiras. Mais uma vez ficou provado que a rotatividade do plantel, fazendo jogar os jogadores tidos como reservas, só trouxe derrota ao São Paulo. Se a idéia surge como inovadora, deve sair de cenário o quanto antes pela não funcionalidade.

O São Paulo enfrenta agora o  São Caetano na Arena Barueri, às 21h50m, na quarta-feira.

Os gols do empate contra o Sertãozinho


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Confira as fotos do Movimento São-paulinos no Flickr: http://flic.kr/saopaulinos