Artigos sobre "Clássico"
São Paulo x Palmeiras – O Choque Rei!
Postado por Leônidas da Silva em 20 de fevereiro de 2010 | 1 ComentárioNo próximo domingo, dia 20 de fevereiro, teremos um novo capítulo do histórico clássico contra o Palmeiras. O Choque Rei, que será disputado no Palestra Itália, promete pegar fogo!
O São Paulo vem de uma sequência de três vitórias e tem o clássico como preparação para a segunda partida da Libertadores, o Palmeiras acaba de perder seu técnico, Muricy, depois da goleada por 4×1 pro São Caetano e uma sequência de maus resultados.
Independente da má-fase do Palmeiras, o clássico tende a ser uma disputa acirrada pela vitória pois a rivalidade dos dois tem sido a mais pesada nos últimos anos do que qualquer outra no estado. Se bem que a verdade é, há tempos, não existe mais um rival fixo para o São Paulo mas o São Paulo é o grande rival de todos os grandes paulistas faz tempo.
Mas este jogo não se destaca só por isso, é claro, o clássico tem uma bela história de confrontos através dos tempos. Relembre tudo isso com números e curiosidades do clássico “Choque Rei”:
Estatísticas
Partidas: 274 (de 30 de março de 1930 a 30 de agosto de 2009)
Vitórias do São Paulo: 101
Vitórias do Palmeiras: 96
Empates: 96
Gols do São Paulo: 399
Gols do Palmeiras: 387
Primeiro jogo: 30 de março de 1930 – São Paulo 2×2 Palestra Itália – Estádio da Floresta (Campeonato Paulista)
Último jogo: 30 de agosto de 2009 – São Paulo 0×0 Palmeiras – Estádio do Morumbi (Campeonato Brasileiro).
Choque Rei: A origem do nome
Thomaz Mazzoni foi um importante jornalista do extinto jornal A Gazeta Esportiva. Além das matérias clássicas do diário, ele ficou conhecido também por apelidar os principais clássico de São Paulo.
Criou termos que sobrevivem até hoje, como os apelidos que deu aos principais clubes paulistas (Clube da Fé, ao São Paulo, Timão e Mosqueteiro, ao Corinthians, Campeoníssimo, ao Palmeiras, Moleque Travesso, ao Juventus, e Nhô Quim, ao XV de Piracicaba, entre outros).
Foi ele que criou o nome dos grandes clássicos paulistas: “SanSão” para o São Paulo x Santos, o Corinthians x São Paulo de “Majestoso”.
A “majestade” do clássico entre São Paulo x Palmeiras valeu o apelido de “Choque-Rei”. O Choque Rei levou por quatro vezes públicos maiores do que 100 mil pessoas no Estádio do Morumbi.
Rivalidade histórica
O São Paulo se originou da fusão de 2 clubes paulistanos em 1930. O Palmeiras, originalmente chamado de Palestra Itália, foi fundado por representantes da colônia italiana de São Paulo em 1914.
O primeiro jogo entre o recém surgido São Paulo e o já grande Palestra Itália, ocorreu em 30 de março de 1930, válido pelo Paulistão daquele ano. Jogando na Chácara da Floresta, o jogo terminou 2×2, gols sãopaulinos de Friedenreich e Zanuella. No ano do seu primeiro título, o Paulistão de 1931, o tricolor teve no Verdão, que terminou vice, seu grande adversário ao título. No turno, uma vitória palestrina por 3×2 em 1 de maio , e, no returno, uma goleada sãopaulina por 4×0.
A rivalidade entre Palmeiras e São Paulo também atingiu contornos de inimizade durante a Segunda Guerra Mundial, quando o então Palestra Itália foi obrigado a mudar de nome para Palmeiras, já que o Brasil, governado pelo então presidente Getúlio Vargas, declarou guerra aos países do “Eixo” (Alemanha, Itália e Japão) e se alinhou aos países “Aliados”, (EUA, URSS, Grã-Bretanha, França, e outros países).
Informações da época são de que dirigentes do São Paulo estavam entre os que mais pressionaram as autoridades para que o rival mudasse de nome, respeitando a legislação nacionalista vigente na época.
O São Paulo já derrotou o Verdão em 4 decisões diretas, quais sejam: os Paulistões de 1943, 1946, 1971 e 1992, sendo apenas a última no sistema de mata-mata. O Palmeiras já ganhou 5 decisões de campeonato diretas contra o São Paulo: Os Paulistões de 1933, 1942, 1950 e 1972, todos torneios em pontos corridos, e o Brasileirão de 1973, definido num quadrangular final. No total, São Paulo e Palmeiras já se enfrentaram em 12 mata-matas, sendo 10 vencidos pelo Tricolor e apenas 2 pelo Alviverde.
Maiores Goleadas
| Equipe vencedora | Placar | Data | Local | Campeonato/Torneio |
|---|---|---|---|---|
| São Paulo | 6×0 | 26 de março de 1939 | Estádio da Rua da Moóca | Campeonato Paulista |
| São Paulo | 5×0 | 10 de novembro de 1956 | Estádio do Pacaembu | Campeonato Paulista |
| Palmeiras | 5×0 | 19 de maio de 1965 | Estádio do Pacaembu | Torneio Rio-São Paulo |
| São Paulo | 6×2 | 4 de outubro de 1981 | Estádio do Morumbi | Campeonato Paulista |
| São Paulo | 5×1 | 24 de julho de 1949 | Estádio do Pacaembu | Campeonato Paulista |
| São Paulo | 5×1 | 27 de julho de 1986 | Estádio do Pacaembu | Campeonato Paulista |
| São Paulo | 5×1 | 9 de maio de 1999 | Estádio do Morumbi | Campeonato Paulista |
Ceni x Marcos – Ídolos no gol
Duelos como Marcos x Rogério Ceni (que tem no Palmeiras seu prato-principal na arte de fazer gols) são daqueles que quase dispensam comentários.
Donos de currículos respeitáveis, não só pela longevidade em seus clubes, como também pela quantidade de títulos de expressão conquistados ao longo de suas carreiras.
Ceni é um líder nato e grande ídolo tricolor. Apesar de ser goleiro, já marcou 89 gols na carreira, um recorde mundial. Conquistou todos os títulos possíveis pelo São Paulo, inclusive o inédito tricampeonato brasileiro, a Libertadores e o Mundial da Fifa (e sem falhar na final). Fez defesas históricas em finais de torneios importantes, mostrando que não é inconstante nas horas decisivas.
Marcos foi o único goleiro da história a ser eleito o melhor jogador de uma edição da Taça Libertadores da América, ganhou a Copa do Mundo de 2002. Seu reserva era Rogério Ceni. Mesmo tendo propostas do exterior preferiu ficar no Palmeiras por toda a carreira, permanecendo no clube inclusive após o rebaixamento para a Série B mostrando amor ao clube.
Cicinho – o gol mais bonito e importante da carreira, sobre o Palmeiras
A noite de 18 de maio de 2005 ficou marcada na carreira de Cicinho. No dia, o lateral carregou a bola pela direita do gramado do Palestra Itália, se livrou da marcação e soltou um forte chute de perna esquerda para marcar um golaço, definindo a vitória por 1 a 0 do São Paulo contra o Palmeiras. O lance não foi esquecido pela torcida tricolor, e o próprio atleta reconhece ter sido o lance mais relevante de sua trajetória no futebol.
“Foi meu gol mais importante e também o mais bonito. E lembro que foi muito difícil para o São Paulo conseguir aquela vitória fora de casa. As duas equipes fizeram excelente partida, mas não saíram mais gols. O resultado deu um ânimo maior para o segundo jogo e também para chegarmos à final da Libertadores”, recorda.
Gol de Cicinho aos 2m08s.
São Paulo: 16 meses sem sofrer gols do rival Palmeiras
Há mais de um ano o clube vizinho não balança as redes do Tricolor. O último gol alviverde foi marcado pelo lateral-esquerdo Leandro, hoje no Atlético-MG, no dia 19 de outubro de 2008, durante o empate por 2 a 2 no Palestra Itália.
Naquela partida, o São Paulo vencia por 2 a 0, mas sofreu o empate na cobrança de falta de Leandro. O resultado foi muito lamentado pelos jogadores, que viam escapar a chance de alcançar o rival na tabela do Campeonato Brasileiro. No entanto, a equipe conseguiu uma sequência de vitórias, assumiu a liderança e festejou mais um titulo.
No ano passado, foram disputados três Choque-Rei e a defesa do São Paulo não foi vazada. Nos dois jogos do Morumbi, Rogério Ceni teve boa atuação e segurou o placar.
Melhores momentos de Palmeiras 2×2 São Paulo, em 19 de outubro de 2008
Fonte: Wikipedia, Biblia Tricolor, Terra e O Globo
A eterna disputa entre Rogério Ceni x Marcos
Postado por Leônidas da Silva em 20 de fevereiro de 2010 | Deixe seu comentárioDonos de currículos respeitáveis, não só pela longevidade em seus clubes, como também pela quantidade de títulos de expressão conquistados ao longo de suas carreiras, os goleiros Rogério Ceni e Marcos despertam admiração até mesmo em torcedores de times rivais, tanto em São Paulo quanto no restante do Brasil.
Dois dos principais goleiros da história do futebol brasileiro são verdadeiras bandeiras de São Paulo e Palmeiras, respectivamente. Não só pelos muitos anos em que atuam pelos mesmos clubes, quanto pela qualidade de suas atuações.
Rogério Ceni é um líder nato e grande ídolo tricolor. Apesar de ser goleiro, já marcou 89 gols na carreira, um recorde mundial. Conquistou todos os títulos possíveis pelo São Paulo, inclusive o inédito tricampeonato brasileiro, a Libertadores e o Mundial da Fifa (e sem falhar na final). Fez defesas históricas em finais de torneios importantes, mostrando que não é inconstante nas horas decisivas.
Marcos foi o único goleiro da história a ser eleito o melhor jogador de uma edição da Taça Libertadores da América, ganhou a Copa do Mundo de 2002. Seu reserva era Rogério Ceni. Mesmo tendo propostas do exterior preferiu ficar no Palmeiras por toda a carreira, permanecendo no clube inclusive após o rebaixamento para a Série B mostrando amor ao clube.
Um são paulino nunca pensaria em dizer que o Marcos é melhor, muitos menos o palmeirense vai optar por Rogério Ceni. Marcos e Rogério Ceni. A verdade é que ambos são grandes goleiros e quem acaba ganhando com isso é o futebol brasileiro. Dois dos poucos atletas que jogam por amor a camisa que veste, são torcedores natos. Mesmo são-paulino, admiro a dedicação do Marcos ao clube, tanto como profissional e pessoal.
Os dois goleiros são amigos e adversário por opção, confira a entrevista realizada com esses grandes goleiros logo após o último confronto das equipes em 30 de agosto de 2009, no empate em 0×0 onde os dois goleiros foram os grandes destaques da partida:
Primeira parte
Segunda parte
Terceira parte
São Paulo x Santos – O clássico SanSão!
Postado por Leônidas da Silva em 5 de fevereiro de 2010 | 1 Comentário
No próximo dia 7 de fevereiro temos um novo capítulo do histórico clássico contra o Santos. O SanSão, que será disputado na Arena Barueri, promete ser mais que uma preparação pro jogo contra o Monterrey: além do ser um dos clássicos mais disputados do país, o jogo será um desafio ao Paredão Tricolor pois marcará a reestréia de Robinho no Santos.
Mas este jogo não se destaca só por isso, é claro, o clássico tem uma bela história de confrontos através dos tempos. Relembre tudo isso com números e curiosidades do clássico “SanSão”:
Estatísticas
Partidas: 274 (de 11 de maio de 1930 a 25 de outubro de 2009)
Vitórias do São Paulo: 123
Vitórias do Santos: 85
Empates: 66
Gols do São Paulo: 477
Gols do Santos: 387
Primeiro jogo: 25 de abril de 1936 – Santos 2×0 São Paulo
Último jogo: 25 de outubro de 2009 – Santos 3×4 São Paulo
SanSão: A origem do nome
Thomaz Mazzoni foi um importante jornalista do extinto jornal A Gazeta Esportiva. Além das matérias clássicas do diário, ele ficou conhecido também por apelidar os principais clássico de São Paulo.
A partir de 1930, quando assumiu o comando da redação da Gazeta Esportiva, começou uma renovação da linguagem do futebol, criando termos que sobrevivem até hoje, como os apelidos que deu aos principais clubes paulistas (Clube da Fé, ao São Paulo, Timão e Mosqueteiro, ao Corinthians, Campeoníssimo, ao Palmeiras, Moleque Travesso, ao Juventus, e Nhô Quim, ao XV de Piracicaba, entre outros).
Foi ele que criou o nome dos grandes clássicos paulistas: “Choque Rei” para o São Paulo x Palmeiras, o Corinthians x São Paulo de “Majestoso”.
Para o duelo entre Santos e São Paulo ele foi mais simplista: “SanSão”. Mas mesmo assim funcionou e esse é hoje o único clássico paulista em que o uso das iniciais dos times pegou como apelido.
Gangorra
Santos e São Paulo não costumam viver bons momentos ao mesmo tempo. Na década de 40, o tricolor vivia bem com Leônidas da Silva. Depois surgiu Pelé para o Peixe, mas só na década de 60, exatamente quando a fila do rival se estendia por 13 longos anos. Por volta de 80, a dominação são paulina começou a tomar contornos novamente, mas o alvinegro da Baixada voltava a sofrer. Na atual década, os primeiros anos foram de domínio do Santos. Depois o São Paulo ganhou tudo.
Ídolos divididos
Ao contrário de outras rivalidades, existem jogadores que conseguiram sucesso tanto no Santos quanto no São Paulo. Basta lembrar de Araken Patusca, Mauro Ramos de Oliveira, Toninho Guerreiro, Pita e Serginho Chulapa. Este último é o que tem a história mais misturada entre os dois times. Decidiu títulos para ambos, é o maior artilheiro da história do São Paulo, mas hoje trabalha no Santos.Polêmica
Ninguém esquece: no Campeonato Brasileiro de 2002, o São Paulo recebeu o Santos no Morumbi. O time visitante, que já contava com Robinho, aplicou uma virada de 2 a 1 no tricolor. Mas a comemoração do segundo gol foi o destaque do jogo: Diego subiu em cima do escudo do São Paulo para provocar a torcida rival. O então jovem meia sofreu com a polêmica e o jogo ainda terminou 3 a 2 para os mandantes.
Provocação em vão
No Campeonato Paulista de 2005, o São Paulo era o líder disparado da competição, que era disputada por pontos corridos. E o último jogo do time era na Vila Belmiro, contra o Santos, onde já era programada a festa do título. Mas a diretoria alvinegra fez questão de não liberar seu estádio e mudou a sede do jogo para Mogi Mirim. Só que esta provocação não serviu para nada, já que o São Paulo chegou no último jogo sem o título garantido e o Peixe perdeu a chance de usar sua casa para impedir o título tricolor.
Vexame alvinegro
Os são-paulinos não devem esquecer do jogo que ficou conhecido como o “Dia em que o Santos de Pelé correu do São Paulo”. Na partida, o São Paulo aplicou 4 a 1 em seu rival e provocou uma série de expulsões e contusões que levaram o Peixe a desistir de jogar aos 10 minutos do 2º tempo, pois só tinha 6 atletas com condições. Até o próprio Pelé foi expulso neste dia por reclamação.
Fontes: Blog da Redação Uol, Almanaque de Cultura Popular, Futpedia, Wikipedia
Ingressos de São Paulo x Santos (07/02/2010)
Postado por Leônidas da Silva em 4 de fevereiro de 2010 | Deixe seu comentárioNo dia 7 de fevereiro temos nosso último compromisso antes da nossa estréia na Libertadores e, pra preparar, nada melhor que um clássico. O SanSão, que será disputado na Arena Barueri, promete ser mais que uma preparação pro jogo contra o Monterrey: além do ser um dos clássicos mais disputados do país, o jogo será um desafio ao Paredão Tricolor pois marcará a reestréia de Robinho no Santos.
Os ingressos para São Paulo Futebol Clube x Santos Futebol Clube estarão à venda nas bilheterias e postos a partir do dia 4 de fevereiro, quinta-feira. No dia do jogo, as vendas serão realizadas somente na Arena Barueri até às 13h. Lembrando que Sócio Torcedores podem comprar ingressos antecipados pela internet.
A partida será disputado domingo, às 17h, no Morumbi e é válida pela 7ª rodada do Campeonato Paulista 2010. Compre seu ingresso antecipadamente e faça parte de mais essa festa.
São Paulo x Santos – Ingressos
Arquibancada – R$ 40,00 (R$ 20,00 ½ entrada)
Arquibancada Socio Torcedor – R$ 20,00 (venda no Morumbi, Arena Barueri e pela internet )
Numeradas – R$ 60,00 (R$ 30,00 ½ entrada)Pontos de venda
Barueri
Arena Barueri
Av. Prefeito João Villalobo quero, 1001 – Barueri
A partir de 05 de fevereiro, das 11h às 17hGinásio José Correia
Av. Guilhermo Perereca guglielme, 1000 – Barueri
05 e 06 de fevereiro, das 11h às 17hNo dia do jogo, as vendas serão realizadas somente na Arena Barueri até às 13h00.
Estádio do Morumbi
Bilheteria 1
A partir de 26 de janeiro, das 10h às 17h. No dia da partida até às 12h.Bilheteria 4
Exclusiva para Sócio Torcedor
26 e 27 de janeiro, das 12h às 20hLojas Roxos e Doentes
Dias 05 e 06 de fevereiro nas lojas:
- Shopping West Plaza
- Boulevard Tatuapé
- Santana Parque Shopping
- Shopping LightConfira aqui onde comprar ingressos para os jogos no postos de venda mais próximo.
A carga total é de 25.832 ingressos.
Procure o ponto de venda mais próximo e garanta o seu ingresso. Evite filas, falta de ingressos e outras inconveniências. Mais detalhes, consulte o site oficial.
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