Artigos sobre "Empate"

Só podia ser contra

Em um jogo pífeo e sem emoção o São Paulo empatou em 2 x 2 com o Sertãozinho. E se não fosse do azar do clube do interior o São Paulo teria contabilizado já a sua segunda derrota na temporada.

Com jogadas já facilmente marcadas, o São Paulo não soube furar a defesa do Sertãozinho que abriu o placar em um rápido contra-ataque, sem chances para Rogério. O São Paulo empatou logo em seguida com Léo Lima, acabando com a pequena alegria do time que joga em Ribeirão Preto por causa do estádio vetado.

A partir deste empate, o jogo ficou melancólico. O Tricolor sem força para acertar as suas finalizações, viu o Sertãozinho passar outra vez na frente, desta vez com um drible em cima de Rogério. O jogo que encaminhava para uma derrota para o tricolor, foi salvo por puro azar. Faltando apenas 1 minuto para o fim, Jorge Wagner cobrou falta, e o zagueiro adversário marcou contra, marcando uma grave injustiça contra o time da casa.

Sem graça o São Paulo comemorou o empate sem querer e caiu para a oitava colocação no Campeonato Paulista, assistindo ao Corinthians que assume a ponta após uma vitória em cima do arquirival Palmeiras. Mais uma vez ficou provado que a rotatividade do plantel, fazendo jogar os jogadores tidos como reservas, só trouxe derrota ao São Paulo. Se a idéia surge como inovadora, deve sair de cenário o quanto antes pela não funcionalidade.

O São Paulo enfrenta agora o  São Caetano na Arena Barueri, às 21h50m, na quarta-feira.

Os gols do empate contra o Sertãozinho


Link direto para o vídeo

Confira as fotos do Movimento São-paulinos no Flickr: http://flic.kr/saopaulinos

Empate precioso no duelo de tricolores

Dagoberto - Foto: Vipcomm

Dagoberto decisivo: marcou o gol de empate e foi expulso - Foto: Vipcomm

Com oito jogadores em campo, desgastado e jogando no invíctio Olímpico Momumental, o São Paulo garante o empate em cima do Grêmio e retoma a frente na tabela (pelo menos até o fim de semana). No jogo válido pela 34ª rodada, o empate por 1×1 é comemorado pelo Sâo Paulo que, com três jogadores a menos, segurou o ímpeto dos donos da casa, invíctos a mais de um ano em seu estádio.

Pressão são-paulina e o empate no primeiro tempo

Dagoberto comemora o empate tricolor - Foto: Vipcomm

Dagoberto comemora o empate tricolor - Foto: Vipcomm

O duelo de tricolores no Olímpico colocou frente a frente o time melhor ataque contra a melhor defesa do Campeonato. O início da partida foi marcado pela pressão imposta pelo São Paulo ao time da casa, mantendo a posse de bola e segurando as investidas gremistas. Mas se os gaúchos não conseguiam chegar mantinham forte marcação no meio de campo e impediam que as investidas são-paulinas fossem eficientes.

São Paulo jogou todo o primeiro tempo com a postura de quem buscar a vitória e, talvez por isso, não esperava que os donos da casa quem abririam o placar. Em uma bobeada coletiva, a zaga são-paulina deixou que, em bola alçada na grande área, Rafaek Marques subisse entre cinco e marcasse o gol de cabeça. Mas nem mesmo diante desse entrave o São Paulo deixou de buscar o resultado e o gol de empate não demorou a acontecer: Hernanes cruza na área, o zagueiro gramista não alcança a bola e Dagoberto, tranquilo, manda pro fundo da rede.  O primeiro tempo seguiu ao fim de forma equilibrada, com marcação dura das duas equipes.

Com três expulsos, São Paulo se mantém sólido na defesa

O São Paulo sabia da importância dos três pontos e voltou a pressionar depois de um fraco início de segundo tempo mas a partida, que parecia estar sob controle do tricolor paulista, tomou um rumo indesejado. O Grêmio, sem nada a perder, começaram a partir pra cima e começou a arriscar e levar perigo à meta tricolor.

Borges, que entrou no lugar de Washington, que já havia tomado cartão acertou Túlio de forma desleal e levou o segundo amarelo. Era somente a primeira expulsão do jogo. Logo na sequencia, Dagoberto deu um desnecessário carrinho pro trás do mesmo Túlio e levou o vermelho direto. Com dois a menos, o São Paulo passou a ser sufocado até os últimos instantes do jogo quando Jean, como último recurso para parar o ataque gremista, cava falta em Souza e também é expulso.

Ceni garantiu o empate no Olímpico - Foto: Vipcomm

Ceni garantiu o empate no Olímpico - Foto: Vipcomm

Como 8 são-paulinos em campo, o time recuou e sofreu diante das investidas gremistas mas segurou o resultado. Se a virada deixava de ser possível pela desvantagem numérica, o empate foi garantido pela grande atuação dos zagueiros e, principalmente, de Rogério Ceni. O experiente goleiro segurou tudo e mais um pouco nas fortes investidas do time gaúcho.

Com o precioso empate, o São Paulo chega aos 59 pontos e espera o resultado dos jogos de Palmeiras (58) e Atlético-MG (56) durante o fim de semana. O Palmeiras encara o Fluminense, que joga em casa e vem numa impressionante recuperação tentando fugir do rebaixamento, e o Galo enfrenta o Flamengo, que ainda está na luta pelo título.

Para a próxima partida Ricardo Gomes não poderá contar com Borges, Dago, Jean suspensos e, provavelmente, os lesionados Richarlyson, Zé Luiz e Rodrigo.

Como o jogo contra o Grêmio havia sido adiantado, o São Paulo terá tempo de se recuperar e se preparar pro próximo desafio.  Só voltamos a jogar em dez dias quando recebemos o Vitória no Morumbi.

Melhores momentos de Grêmio 1×1 São Paulo

Apresente-se, discuta, participe da nossa Comunidade no Orkut

São Paulo 1 x 1 Corinthians

O São Paulo bem que tentou. Mesmo depois de sair perdendo em uma bobeada tanto do zagueiro André Dias, quanto do goleiro Bosco,  o tricolor reagiu, mandou uma bola na trave com Hernanes e uma de raspão com Dagoberto, mas nada parecia funcionar.

Tudo parecia que ia mudar no lance mais emocionante do jogo. Richarlyson entregou a bola no pé de Ronaldo que teve a sua frente só o goleiro Bosco, na cara do gol e quase sem chances de erro, o atacante corinthiano preparou o chute, mas foi travado emcima da hora pelo mesmo Richarlyson, que em um carrinho espetacular tirou a bola dos pés do atacante.

A torcida são paulina teve a reação que mais se esperava, uma euforia sem fim, tudo que se viu foram os torcedores berrarem em apoio ao time que até então parecia não conseguir o resultado apesar de tanta pressão. Foi então que em meio a tanto apoio, Washington marcou o empate levando a torcida à loucura, se é que isso era possível.

O São Paulo, diferente do jogo contra o Santo André, partiu mais ainda para cima. Levou perigo ao gol de Felipe, pressionou, mas viu as chances ruirem diante a expulsão do mesmo Washington, que por reclamação tomou o segundo amarelo e saiu mais cedo do jogo. Junto com as chances, foi embora a alegria, curiosamente de ambas torcidas, ouvia-se murmurinhos, mas não se ouvia uma voz sequer.